Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Fundado em 13 de junho de 1808, por D. João, Príncipe Regente na época, e mais tarde D. João VI, o Jardim Botânico localiza-se no bairro de mesmo nome, na zona sul no Rio de Janeiro no Brasil.

Um pouco da história:

Com a ameaça da invasão das tropas de Napoleão Bonaparte em Portugal, a nobreza portuguesa mudou-se para o Brasil e instalou a sede do governo no Rio de Janeiro. Entre outros benefícios, a cidade ganhou uma Fábrica de Pólvora, construída no antigo Engenho de Cana de Açúcar de Rodrigo de Freitas.

Encantado com a exuberância da natureza do lugar, aí D. João instalou o Jardim, que em 11 de outubro do mesmo ano, passou a Real Horto. Por um erro histórico acreditava-se que as primeiras plantas tinham sido trazidas do Jardim Gabrielle, de onde vieram muitas plantas, principalmente durante as guerras napoleônicas. Porém o Jardim Gabrielle era nas Guianas e as primeiras plantas que chegaram aqui vieram, na verdade, das ilhas Maurício, do Jardim La Pamplemousse, por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a D. João1. Entre elas, estava a Palma Mater.

Aberto à visitação pública após 1822, o Jardim teve muitos visitantes ilustres: Einstein, a Rainha Elisabeth II do Reino Unido e muitos outros.

Principais Pontos:

Aléia Barbosa Rodrigues

O seu nome é uma homenagem ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues, diretor da instituição entre 1890 e 1909. Aléia principal do Jardim, constitui-se no seu cartão de visitas, ladeada por imponentes Palmeiras imperiais.

A primeira muda de sua espécie a chegar no Brasil foi plantada pelo Príncipe-Regente D. João em 1809. Era então administrador Serpa Brandão, e tanto era seu carinho e seu ciúme pela palmeira que, quando esta floresceu e frutificou, colhia suas sementes e as queimava, para que não se vulgarizasse com numerosos exemplares! Com o tempo, os escravos viam nas sementes modo de conseguir dinheiro fácil, e às ocultas colhiam seus frutos à noite e iam vendê-los.

O conjunto monumental da aléia é integrado pelo portal oriundo da demolição do prédio da Academia Imperial de Belas Artes (1938), de autoria do Arquiteto francês Grandjean de Montigny.

Chafariz Central

Em ponto central no encontro das aléias, constitui-se numa das mais belas atrações do Jardim. Fabricado na Inglaterra, é constituído por duas bacias. Na maior delas, quatro figuras representam a Música, a Poesia, a Ciência e a Arte.

O chafariz foi originalmente instalado na Lapa até que, com a reformulação do Passeio Público (1905), foi aqui instalado.

Maiores Informações:


5 Responses so far.

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